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Monday, 5 August 2013
Ainda bem que a mãe natureza tem seus truquezinhos
Outro dia escrevi sobre as incertezas que me preocupavam nesse caminho rumo à paternidade.
Desde que Barbora (o nome da minha mulher é Barbora mesmo. Não é Barbara, nem Barbosa. É Barbora! Com o "O" no lugar onde estamos acostumados a ver "A") anunciou que estava grávida, os sentimentos mudaram bastante.
Se antes via a mudança como um impedimento na realização de um tanto de coisas que desejava, hoje já nem me preocupam mais aquelas coisinhas. Passar um ano descobrindo o meu Eu interior na Índia? Esquece, mano. Viver a vida louca em Nova York? Quem sabe na próxima vida.
Estou bem mais otimista. Hoje, quero saber é da saúde e alegria do meu filhão que está por vir. Chego até a estar feliz. É! Para ser honesto, estou feliz da vida. Feliz pra caral** (eu sei que não se fala palavrão em blog de família, mas é que eu estou feliz pra caralho mesmo). Deve ser algum truque da mãe natureza que nos faz ficar nesse estado de animação, mesmo que a realidade da paternidade nos dê mais motivos para preocupações do que o contrário.
Duvida? Dá só uma olhadinha no vídeo abaixo.
Ainda bem que a mãe natureza tem seus truquezinhos!
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Thursday, 25 July 2013
Aprenda sete maneiras de conversar com seu filho sobre peso
EcoD
A obesidade é um tema universal. No Brasil, o problema está crescendo, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009 indicam que, em 20 anos, os casos de obesidade mais do que quadruplicaram entre crianças de 5 a 9 anos, chegando a 16,6% (meninos) e 11,8% (meninas) - uma em cada três crianças estava acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde.
Em novembro de 2012, o blog Simplificando, aqui do EcoD, mostrou o documentário Muito Além do Peso, lançado em novembro de 2012 e que aborda a obesidade infantil. Estela Renner, responsável pela direção do trabalho, revela que já há no Brasil uma geração de crianças condenadas a morrer cedo ou ter problemas de saúde em função de maus hábitos alimentares.
De acordo com o documentário (clique aqui para assistir), 56% dos bebês brasileiros com menos de um ano de idade tomam refrigerantes. Um terço das crianças brasileiras está acima do peso ou obesa: 33% têm obesidade, sendo que quatro de cada cinco delas deverão manter-se nessa condição até o fim da vida.
É comum questionar-se como conversar sobre problemas com o peso, sobretudo quando o assunto é tratado com os filhos. Para facilitar esta comunicação, a BBC Brasil solicitou a ajuda de especialistas para listar recomendações para o caso. A abordagem equivocada pode tornar as crianças obsessivas com sua aparência, ou mesmo provocar nelas distúrbios alimentares, como a anorexia.
Aprenda a conversar sobre o problema:
1) Comunique-se - Alguns pais acreditam que quanto menos falarem sobre determinados assuntos com seus filhos, melhor. Não é bem assim! O ideal é que não haja barreiras na comunicação com as crianças. O peso de um jovem é motivo de preocupação, mas isso é volátil e pode ser temporário. Considere a transição para a idade adulta, pois o índice de gordura corporal chega a dobrar, devido as transformações do corpo.
2) Trate o assunto com leveza - Um pai ou uma mãe nunca deve entrar em pânico se seu filho (a) lhe perguntar se está gordo (a), de acordo com Paul Gately, professor de exercício e obesidade na Leeds Metropolitan University, na Inglaterra. "A reação pode levar os filhos a pensar: o que eu fiz?". Também não tente fingir que nada está acontecendo, pois isso pode acabar fazendo com que a criança perca a confiança em seus pais. Ouça tudo o que o jovem tem a falar sobre o assunto - ele precisa expôr seu ponto de vista da maneira como se sente mais à vontade.
3) Mostre a seu filho o quanto ele é especial - Cada vez mais crianças e adolescentes estão preocupados com a aparência e com isso até deixam a infância de lado. Mary George, integrante de uma entidade que trata crianças com distúrbios alimentares, acredita que o segredo é mostrar o quanto eles são especiais. "Encoraje-o em outras áreas – diga o quanto eles são generosos, caridosos, felizes, o que vai tirar a atenção do peso".
4) Nunca faça piadas - Ao fazerem uma piada sobre o peso do filho, os pais podem afetá-los por toda a vida. Esqueçam os apelidos como "gordinha", "baleia"... A dica serve também para o marido que faz piadas sobre o peso de sua esposa, ou vice-versa.
5) Seja moderado em relação à própria aparência - Pesquisas mostram que a criança é afetada pela imagem que a mãe faz de si mesma e como ela trata a comida, afirma a psicóloga Amanda Hills. "É crucial que a mãe nunca fale que esteja de dieta. Diga algo como: Mamãe não vai comer essa batata porque já terminou de crescer". A psicóloga alerta também para o fato de que os pais nunca devem montar um prato com alimentos diferentes dos que oferecem a seus filhos, pois, assim, podem confundi-los.
6) Estimule seus filhos a aprender com os próprios erros - Se uma criança está preocupada com seu peso, crie uma situação para que ele conserte seus próprios erros. Os jovens precisam ganhar autoconfiança e aperfeiçoar suas próprias competências. Uma opção é estimular os filhos a para praticar um exercício físico sem focar no sobrepeso.
7) Monte uma agenda nutricional - De acordo com Andrew Hill, especialista no assunto, as crianças consomem de 60% a 70% de sua ingestão calórica diária em casa. A chave para a questão é aconselhar as crianças sobre como definir prioridades em alimentos e ensiná-los os que são mais saudáveis. A rotina nutricional pode auxiliar os jovens em suas escolhas com o passar dos anos, até quando eles forem responsáveis por suas próprias escolhas.
Em novembro de 2012, o blog Simplificando, aqui do EcoD, mostrou o documentário Muito Além do Peso, lançado em novembro de 2012 e que aborda a obesidade infantil. Estela Renner, responsável pela direção do trabalho, revela que já há no Brasil uma geração de crianças condenadas a morrer cedo ou ter problemas de saúde em função de maus hábitos alimentares.
De acordo com o documentário (clique aqui para assistir), 56% dos bebês brasileiros com menos de um ano de idade tomam refrigerantes. Um terço das crianças brasileiras está acima do peso ou obesa: 33% têm obesidade, sendo que quatro de cada cinco delas deverão manter-se nessa condição até o fim da vida.
É comum questionar-se como conversar sobre problemas com o peso, sobretudo quando o assunto é tratado com os filhos. Para facilitar esta comunicação, a BBC Brasil solicitou a ajuda de especialistas para listar recomendações para o caso. A abordagem equivocada pode tornar as crianças obsessivas com sua aparência, ou mesmo provocar nelas distúrbios alimentares, como a anorexia.
Aprenda a conversar sobre o problema:
1) Comunique-se - Alguns pais acreditam que quanto menos falarem sobre determinados assuntos com seus filhos, melhor. Não é bem assim! O ideal é que não haja barreiras na comunicação com as crianças. O peso de um jovem é motivo de preocupação, mas isso é volátil e pode ser temporário. Considere a transição para a idade adulta, pois o índice de gordura corporal chega a dobrar, devido as transformações do corpo.
2) Trate o assunto com leveza - Um pai ou uma mãe nunca deve entrar em pânico se seu filho (a) lhe perguntar se está gordo (a), de acordo com Paul Gately, professor de exercício e obesidade na Leeds Metropolitan University, na Inglaterra. "A reação pode levar os filhos a pensar: o que eu fiz?". Também não tente fingir que nada está acontecendo, pois isso pode acabar fazendo com que a criança perca a confiança em seus pais. Ouça tudo o que o jovem tem a falar sobre o assunto - ele precisa expôr seu ponto de vista da maneira como se sente mais à vontade.
3) Mostre a seu filho o quanto ele é especial - Cada vez mais crianças e adolescentes estão preocupados com a aparência e com isso até deixam a infância de lado. Mary George, integrante de uma entidade que trata crianças com distúrbios alimentares, acredita que o segredo é mostrar o quanto eles são especiais. "Encoraje-o em outras áreas – diga o quanto eles são generosos, caridosos, felizes, o que vai tirar a atenção do peso".
4) Nunca faça piadas - Ao fazerem uma piada sobre o peso do filho, os pais podem afetá-los por toda a vida. Esqueçam os apelidos como "gordinha", "baleia"... A dica serve também para o marido que faz piadas sobre o peso de sua esposa, ou vice-versa.
5) Seja moderado em relação à própria aparência - Pesquisas mostram que a criança é afetada pela imagem que a mãe faz de si mesma e como ela trata a comida, afirma a psicóloga Amanda Hills. "É crucial que a mãe nunca fale que esteja de dieta. Diga algo como: Mamãe não vai comer essa batata porque já terminou de crescer". A psicóloga alerta também para o fato de que os pais nunca devem montar um prato com alimentos diferentes dos que oferecem a seus filhos, pois, assim, podem confundi-los.
6) Estimule seus filhos a aprender com os próprios erros - Se uma criança está preocupada com seu peso, crie uma situação para que ele conserte seus próprios erros. Os jovens precisam ganhar autoconfiança e aperfeiçoar suas próprias competências. Uma opção é estimular os filhos a para praticar um exercício físico sem focar no sobrepeso.
7) Monte uma agenda nutricional - De acordo com Andrew Hill, especialista no assunto, as crianças consomem de 60% a 70% de sua ingestão calórica diária em casa. A chave para a questão é aconselhar as crianças sobre como definir prioridades em alimentos e ensiná-los os que são mais saudáveis. A rotina nutricional pode auxiliar os jovens em suas escolhas com o passar dos anos, até quando eles forem responsáveis por suas próprias escolhas.
Monday, 22 July 2013
O que esperar quando você está esperando
Hoje é 18 de maio de 2013, 23h53. Não pra você, claro. No seu calendário, hoje é 22 de julho. Mas por
razões de “saúde e segurança”, os casais não costumam anunciar que estão
esperando um bebê até que se complete as cabalísticas 12 semanas de gravidez. E nós, de acordo
com minhas contas, ainda estamos na sexta (não esqueça q hoje é dia 18/5). Então se você está lendo este post,
mesmo que seja com dez semanas de atraso, quer dizer que as coisas estão bem e
o neném entrou no quarto mês de gestação. No fim das contas o que importa é a
notícia de que Barbora e eu (mais ela do que eu) estamos fabricando o(a) primeiro(a) Belda Andrade
Camargo da face da Terra.
Se estou feliz?
Preciso ser honesto, né? E honestamente falando, sinto-me muito mais assustado do que qualquer outra coisa (lembre-se sempre que isso vale não para hoje, dia 22/7, mas para 18/5). Sentir-se responsável – ou
parcialmente responsável – por uma outra pessoa é pesado, ainda mais para alguém
que nunca antes sentiu o “chamado mágico” da paternidade, como já ouvi por aí. O pior é que não
ajudou em nada ter acabado de assistir “O que esperar quando você está
esperando”. Rsrsrsrs
Imagino que para alguém que não tem e nem está esperando um
filho, o drama seja uma bela comédia. Mas para um homem que, assim como eu e os
personagens do filme, está no caminho da paternidade, a comédia acaba se transformando
em um verdadeiro drama, com passagens aterrorizantes. Afinal, nos colocamos no lugar de futuros pais que estão se borrando de medo e cheio de dúvidas quanto ao futuro - acho
melhor já comprar as primeiras fraldas (pra mim). Ou que sofrem com o humor
nada amigável da mulher. Ou com o fato de que em alguns meses todas as contas
da casa serão 100% responsabilidade sua. Oh louco, meu!
Mas o que realmente me intriga nesse lance todo é que, apesar de todas as reclamações de pais sobre a nova situação, a maioria diz que isso é a melhor coisa do mundo.
O que eu espero agora que estou esperando? Justamente isso,
que a experiência seja a melhor do mundo.
#gravidez #paternidade #maternidade #filhos
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